Arquitetura hospitalar: aprenda como projetar ambientes ergonômicos e seguros!

Nós já falamos anteriormente no texto de gestão de projetos para clínicas sobre gestão de vendas para clínicas e que esse segmento tem algumas peculiaridades.

No texto de hoje, iremos discutir um pouco sobre arquitetura hospitalar, suas peculiaridades, questões como conforto e custos, além de falar um pouco sobre o impacto do designer de cada setor dentro da instituição. No final, vamos apresentar alguns exemplos de hospitais.

Ou seja, preparamos um guia que mostra o passo a passo do que você deve levar em consideração ao fazer um projeto arquitetônico para hospitais.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) criou especificações e normas para cada setor da saúde. Para hospitais, em especial, foi criado um Manual Prático para Arquitetura em Hospitais, que ajuda o profissional a entender melhor como deve proceder em projetos arquitetônicos e de design em cada ambiente.

Também é muito importante desenvolver um mapa de risco hospitalar para que todos tenham uma noção da estrutura do hospital e possam garantir a segurança do paciente.

Uma das questões que mais pode impactar um projeto se resume em dois pontos que devem ser enfatizados:

Cuidados no projeto de arquitetura hospitalar

 

1- Imagem visual do hospital

 

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Arquitetura hospitalar: Um bom visual pode fazer toda a diferença

A imagem define um projeto de comunicação visual que contempla desde uma logomarca, que identifica de imediato a instituição, até a padronização de uma sinalização externa e interna.

Nesse momento, o profissional deverá pensar na disposição dos elementos para que todo o ambiente esteja em harmonia e bem disposto, de forma que os usuários se atenham a todas as informações.

A disposição bem elaborada ajuda a melhorar a locomoção do paciente pelo ambiente e colabora com a melhoria do padrão de atendimento, diminuindo a distância entre paciente e instituição, entre outros benefícios.

Como disse acima, um ambiente bem aproveitável traz outro aspecto para o local.

Quando chegamos em um lugar mal planejado, com espaço não muito bem organizado e longa fila de espera, tudo isso gera um desconforto para o paciente.

Lembrando que ter que ir ao hospital nem sempre é agradável, na maioria das vezes as pessoas estão ali por alguns incômodos e dores, estão ali, de certa forma, obrigados.

Ter um espaço bem planejado, com cores que trazem a ideia de tranquilidade, gera um grande valor para seu paciente.

Ele não vai se sentir mais desconfortável do que já está pelos motivos que o levaram a procurar um hospital, ao contrário, o usuário se sentirá mais acolhido pelo ambiente, o que dá a sensação de cuidado e mostra que a instituição se importa com ele, com a sua saúde e com seu bem-estar ainda no pré-atendimento.

2- Ergonomia de espaços, mobiliários e equipamento

 

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Arquitetura hospitalar: Mobiliários fazem toda a diferença

Ao pensar na disposição dos mobiliários, além do arquiteto zelar pelo design e inovação, ele também deve se ater a fatores de suma importância, como as questões da ergonomia dos móveis, sejam eles planejados ou prontos.

Isso se deve principalmente por tratar-se de um hospital, onde as limitações dos pacientes são maiores.

É desagradável ter que passar um longo tempo de espera em uma cadeira nada confortável, que deixa sua coluna em uma posição nociva.

Isso já é prejudicial para pessoas novas, mas levando em consideração que a maioria das pessoas que fazem uso de hospitais e clínicas, hoje, são pessoas idosas, o problema toma proporções mais graves.

Portanto, quando se trata de ergonomia e mobiliário, você está trazendo para sua gestão de vendas um fator que gera um diferencial entre você e seus concorrentes.

O conforto gerado para o paciente cria nele uma noção de cuidado e isso surpreende o usuário, pois poucas instituições pensam desta forma.

Lembre-se de aplicar a acessibilidade na arquitetura do seu projeto, tornando-o confortável e acessível para todos.

Novas tendências na arquitetura hospitalar

 

Mais do que funcionais, projetos arquitetônicos de hospitais, atualmente, tem um propósito muito mais amplo que inclui até auxiliar na recuperação dos pacientes.

Nesse contexto, o vidro ganha destaque, porque além de um material de fácil higienização, confere beleza e até a transparência que alguns ambientes necessitam para aproximar médicos, pacientes e acompanhantes, ao menos pelo olhar, quando não podem se tocar.

Um profissional que se dedica a arquitetura hospitalar deve levar em conta também a que propósito se destina aquela instalação de saúde especificamente, para que seus projetos atendam a necessidades peculiares de cada tipo de atividade na área, além da escolha de materiais adequados em pontos onde haja, por exemplo, exposição à radiação.

O fluxo de pessoas é outro fator fundamental que deve ser equacionado, para facilitar o atendimento e a locomoção de pacientes e profissionais.

Ao lidar com arquitetura hospitalar, o uso de módulos e estruturas que posam ser flexibilizadas e adaptadas também é importante, permitindo reformas e ampliações com o mero deslocamento de divisórias e outros elementos.

Todo detalhe faz a diferença!

 

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Arquitetura Hospitalar: Faça um layout que gere valor e seja útil ao dia a dia do hospital e do paciente

Quando o assunto é gestão de vendas e o produto a ser oferecido é serviço e, neste caso, com relação à área hospitalar, desde o agendamento até o fim da consulta, você está gerando valor para seu paciente.

E para que o usuário retorne quando tiver qualquer mal-estar e ainda indique o serviço para amigos e familiares, a jornada do cliente deve ser precisa, ser agradável dentro de todas as possibilidades e trazer conforto do início ao fim.

Então, ao estudar bem o espaço disponível, é preciso conversar com o responsável por mobiliar o ambiente, ver qual mobília melhor se adapta, para ter como resultado uma área bem organizada para dispor de um fluxo de pessoas sem transtorno ou espaço mal dividido.

Também é importante ter uma fachada elaborada, para que ao chegar o paciente perceba o cuidado que a instituição tem com sua saúde e bem-estar.

Lembre-se de que todo detalhe deve ser, sim, levado em consideração.

Projetos de arquitetura hospitalar

 

Agora que você conferiu o que levar em consideração em um projeto de arquitetura hospitalar, confira alguns exemplos de projetos no Brasil e no mundo:

  • Rede Sarah, unidade Brasília;
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Arquitetura Hospitalar: Rede Sarah, unidade Brasília

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Arquitetura Hospitalar: Rede Sarah, unidade Brasília

  • Hospital Israelita Albert Einstein, unidade Perdizes;
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Arquitetura hospitalar: Hospital Israelita Albert Einstein, unidade Perdizes

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Arquitetura Hospitalar: Hospital Israelita Albert Einstein, unidade Perdizes

  • University Of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Califórnia;
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Arquitetura hospitalar: University Of Texas MD Anderson Cancer, Houston, Califórnia

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Arquitetura hospitalar: University Of Texas MD Anderson Cancer, Houston, Califórnia

  • Hospital Infantil Nemours, Orlando;
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Arquitetura Hospitalar: Hospital Infantil Nemours, Orlando

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Arquitetura Hospitalar: Hospital Infantil Nemours, Orlando

  • Hospital Nanjing Drum, China;
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Arquitetura Hospitalar: Hospital Nanjing Drum, China

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Arquitetura Hospitalar: Hospital Nanjing Drum, China

  • Hospital Rocio, Curitiba;
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Arquitetura Hospitalar: Hospital Rocio, Curitiba

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Arquitetura Hospitalar: Hospital Rocio, Curitiba

  • St Charles Bend Cancer Center, Óregon, EUA;
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Arquitetura Hospitalar: St Charles Bend Cancer Center, Óregon, EUA

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Arquitetura Hospitalar: St Charles Bend Cancer Center

  • Hospital Sarah Kubitschek, Salvador;
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Arquitetura Hospitalar: Sarah Kubitschek, Salvador

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Arquitetura Hospitalar: Hospital Sarah Kubitschek, Salvador

Tecnologia como aliada da arquitetura hospitalar

 

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Arquitetura Hospitalar: use a tecnologia a seu favor e enriqueça a experiência do usuário

Existem outros fatores que podem ajudar na jornada do paciente para que sua gestão de vendas seja eficiente e gere valor. Hoje, no mercado, existem algumas ferramentas interessantes para criar uma experiência agradável dentro da jornada do paciente.

A maior reclamação dos usuários das redes hospitalares e clínicas é, principalmente, a demora na execução. Isso quer dizer que seus agendamentos são demorados, que o atendimento telefônico pode gerar estresse, além da fila de espera.

Quando o paciente tem um exame marcado, geralmente ele chega em torno de 30 minutos antes, pois ele já tem conhecimento do tempo de espera que vai enfrentar, visto que é necessário passar por algumas etapas, como:

  • retirar uma senha;
  • aguardar ser chamado no guichê;
  • aguardar verificação se o plano autorizou ou não a realização do atendimento;
  • aguardar mais uma vez o atendimento.

O CM Check In é uma ferramenta semelhante ao processo de check in de companhias aéreas. O paciente realiza o check in antes de dirigir-se à instituição. Depois ele recebe um código de confirmação junto a um QR Code.

Chegando na instituição, através de um totem que realiza a leitura do QR Code, ele verifica a elegibilidade automaticamente. Isso traz algumas vantagens para seu hospital que passa a não ter filas na recepção, o paciente já não precisa ir para o hospital 30 minutos antes para realizar todo este processo. Ele pode simplesmente fazer tudo isso do celular.

Veja também como a tecnologia pode facilitar e muito sua vida e seu trabalho com nossa lista de apps para arquitetos.

Projete pensando sempre no usuário

 

Gestão de vendas para hospitais requer que a jornada do paciente seja simples e agradável, desde seu agendamento, sua chegada no hospital e sua consulta. É necessário promover um lugar agradável visualmente, com um espaço bem dividido e cores harmoniosas.

Modernizar seu hospital traz uma mudança enorme na forma que o usuário enxerga sua instituição. Facilmente ele percebe a importância que você dá a ele.

Quando ele perceber que não existe mais uma necessidade de deslocar-se horas antes para poder ser atendido, não tem que pegar fila, nem senha e toda aquela burocracia que existia antes do exame, isso trará um alívio a ele.

Ao chegar, ele vai encontrar um lugar agradável e bem-proporcional. Ele vai sair satisfeito.

Unir o que é visual, design e tecnologia é fundamental para que possamos criar uma nova experiência para o paciente.

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Este post foi escrito por Renato Mesquita, diretor da CM Tecnologia, a maior empresa especializada na jornada do paciente e soluções na área da saúde.